A LUTA SINDICAL TEM COR.
E ESTA HISTÓRIA PRECISA SER CONTADA

Descubra como a população negra construiu e foi invisibilizada dentro do movimento sindical brasileiro.

E-BOOK

Este livro analisa documentos, congressos e plenárias da CUT entre 1981 e 2000, revelando como o racismo se manifestou dentro do movimento sindical cutista— e como o ativismo negro resistiu e propôs novas formas de luta.

Compreenda o passado, reconheça as lutas negras e fortaleça a atuação de combate ao racismo antipreto no meio sindical e social no presente.

O MOVIMENTO SINDICAL LUTOU POR DIREITOS...
MAS SE CALOU SOBRE O RACISMO ANTIPRETO

Desde o início do século XX, os sindicatos travaram grandes batalhas por salários e condições dignas de trabalho.
Mas enquanto isso, a população negra enfrentava discriminação, salários menores e invisibilidade.
Por décadas, as vozes negras foram silenciadas dentro das próprias organizações que diziam representar todos os trabalhadores.

Entender esse silêncio histórico é compreender o racismo estrutural que ainda molda o mundo do trabalho hoje.

O QUE VOCÊ VAI ENCONTRAR NESTA LEITURA TRANSFORMADORA

Mais que um livro: uma lente crítica sobre a história do trabalho e do Racismo Antipreto no Brasil.

SOBRE O AUTOR

Quem assina esta obra é um trabalhador que viveu e ainda vive a luta de dentro.

EU SOU EDUARDO ROSA

Negritude e Sindicalismo” é fruto de vivência, militância e pesquisa histórica rigorosa.

Sobre este E-book:

Prefácio: Salloma Salomão Jovino da Silva

Professor de História da África e da Diáspora no Centro Universitário Fundação Santo André (CUFSA), Doutor em História Social pela PUC e pesquisador visitante do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.

Posfácio: Iraci Lacerda

Mestre em Estudos Comparados de Literaturas de Lingua Portuguesa – USP, militante da Organização Espaço Socialista e professora na rede pública do Estado de São Paulo.

Editora: ‎Porto de Ideias

Idioma: ‎ Português

Páginas: ‎ 136 páginas

Capítulos: 4 capítulos

Formato: Digital (PDF)

Desde o início do século XX o movimento sindical, em maior ou menor intensidade, travava constantes batalhas no sentido de manter as condições de salário e trabalho para o setor economicamente ativo e regulamentado da classe trabalhadora e também de fortalecimento das instituições sindicais.

Mas, por outro lado, não se manifestava diante dos baixos salários das mulheres e da discriminação racial contra os descendentes de africanos.

Desde o final de 1990, assistimos ao surgimento de diversos sindicatos e centrais sindicais que desenvolveram políticas de enfretamento às instituições patronais e ao governo federal.

Entretanto, nesse enfrentamento, durante o período estudado, pudemos verificar que por um longo tempo houve certo silêncio por parte dos sindicalistas da CUT sobre as relações étnico-raciais no mercado de trabalho, mas quando o silêncio foi rompido, ainda que timidamente, não se garantiu a inclusão do povo negro.

Os sindicatos e as centrais não traçaram planos de ações com o objetivo de incluir a população negra nesse promissor mercado de trabalho. Entender o porquê desse silêncio e da morosidade em se criar ações de inclusão é muito importante e tornou-se um dos propósitos presentes neste trabalho.

Buscar esse entendimento por meio da análise de diversos documentos relacionados aos Congressos e Plenárias da Central Única dos Trabalhadores para saber como essa Central tratou de questões étnico-raciais no último quartel do século XX, entre 1981 e 2000, foi o percurso escolhido.

Você pode começar a leitura hoje mesmo ou receber sua edição física em casa.

O que Estão Dizendo

Obra reconhecida por pesquisadores e militantes como referência sobre raça e classe no meio sindical no Brasil.

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Você está adquirindo conhecimento, história e consciência – com total segurança.

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